Câncer de pele: exames, retiradas e radioterapia

A dermatoscopia é o exame que auxilia na diferenciação de nevos dos menalomas. Em caso de dúvida, uma cirurgia é realizada para retirar a lesão. Outra forma de se detectar o surgimento de melanomas é por meio do autoexame mensal da pele, fundamental para detectar precocemente lesões suspeitas. “Pessoas que possuem histórico pessoal ou familiar […]

Publicado dia 09/05/2017 às 20:00

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A dermatoscopia é o exame que auxilia na diferenciação de nevos dos menalomas. Em caso de dúvida, uma cirurgia é realizada para retirar a lesão. Outra forma de se detectar o surgimento de melanomas é por meio do autoexame mensal da pele, fundamental para detectar precocemente lesões suspeitas. “Pessoas que possuem histórico pessoal ou familiar têm mais chances de desenvolverem novas lesões e, por isso, a avaliação deve ser feita pelo menos uma vez ao ano ou em caso de mudanças de sintomas”, alerta a dermatologista.

Quando há melanoma, a cirurgia é um dos tratamentos mais simples e comuns. Nela o cirurgião remove o tumor e um pouco do tecido saudável em volta, essa parte é chamada de margem e serve como medida de segurança. A segunda alternativa é a quimioterapia. Nela o tratamento do melanoma se dá a partir do uso de fármacos, com isso as células cancerígenas morrem. A quimioterapia é feita em ciclos e possui intervalos. Isso acontece para que o organismo possa descansar e se recuperar.

A imunoterapia, por sua vez, é a capacidade natural do organismo combater o câncer. Essa técnica é geralmente usada em pessoas que já passaram pela cirurgia de remoção, sendo indicada para prevenir a recidiva do melanoma. A radioterapia, por conta da elevada energia para matar as células cancerígenas, é um dos tratamentos mais agressivos, ela é utilizada somente em casos de estágio avançado da doença.

Todos os tratamentos são aplicados de acordo com os estágios da enfermidade, que vão zero a quatro. O primeiro pode ser tratado por meio de cirurgia simples, para retirar o tumor, e o quarto requer radioterapia. No último nível da doença, além da rádio, deve haver cuidados paliativos para reduzir a dor e os efeitos do tratamento.

Como em quase todo tipo de câncer, o melanoma quando descoberto cedo possui uma taxa de cura que se aproxima dos 100% dos casos. Esse número cai a partir da demora no diagnóstico da doença.