Controle e comodidade da bomba de insulina

“A bomba de insulina é parte do programa do diabético e não dispensa fundamentos básicos como alimentação controlada e medidas da glicemia”, a afirmação do endocrinologista Nelson Rassi sintetiza esse avanço tecnológico que caminha no sentido de desempenhar a função do pâncreas. O pâncreas é responsável por liberar insulina de maneira contínua, o mal funcionamento […]

Publicado dia 01/03/2017 às 14:18

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“A bomba de insulina é parte do programa do diabético e não dispensa fundamentos básicos como alimentação controlada e medidas da glicemia”, a afirmação do endocrinologista Nelson Rassi sintetiza esse avanço tecnológico que caminha no sentido de desempenhar a função do pâncreas.

O pâncreas é responsável por liberar insulina de maneira contínua, o mal funcionamento dele acarreta diabetes. Uma das opções de tratamento que vêm sendo utilizada é a bomba. Segundo Rassi, o instrumento evita as múltiplas picadas do hormônio responsável pela redução da glicemia e proporciona uma terapia fisiológica, portanto, mais próxima da liberação de insulina pelo pâncreas.

De acordo com o endocrinologista, a tecnologia é um sistema de liberação de insulina diferente da habitual, normalmente, indicado para pacientes que precisam de altas doses de insulina. Portanto, trata-se de uma opção viável para tratamento de pessoas com diabetes tipo 1.