INSULINA: seringas ou canetas e bombas

O método mais convencional de terapia insulínica intensiva é a que utiliza seringas ou canetas, no qual várias injeções com insulina são aplicadas ao longo dia. Geralmente nos horários das refeições, o indivíduo utiliza dois tipos de insulina, uma para cobrir a glicose que sobe no sangue, após a ingestão de alimentos, e outra para […]

Publicado dia 04/04/2017 às 00:28

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O método mais convencional de terapia insulínica intensiva é a que utiliza seringas ou canetas, no qual várias injeções com insulina são aplicadas ao longo dia. Geralmente nos horários das refeições, o indivíduo utiliza dois tipos de insulina, uma para cobrir a glicose que sobe no sangue, após a ingestão de alimentos, e outra para cobrir o período de jejum.

O objetivo de ambos tratamentos é o mesmo – manter o nível de glicose controlado. Contudo, o novo instrumento visa potencializar a eficiência da terapia e trazer mais controle e comodidade para o cotidiano dos diabéticos. O dispositivo libera lentamente, de forma uniforme e previsível, de microgota a microgota, a quantidade de insulina na circulação sanguínea.

Durante a alimentação, o açúcar é encaminhado para a corrente sanguínea e o pâncreas deve liberar uma quantidade extra à glicose que está chegando pela alimentação. A bomba de insulina é idealizada para desempenhar essa função. É liberado insulina de forma contínua e, no momento da refeição, o indivíduo calcula mais ou menos o quanto comerá e libera uma quantidade extra para aquela de alimento.