Cirurgia refrativa é rápida, indolor e garante melhor qualidade de vida

Os tratamentos oftalmológicos se modernizaram, focando principalmente na particularidade de cada indivíduo com problemas de visão. Nesse sentido, a cirurgia refrativa é uma especialidade dentro da oftalmologia que tem como objetivo cuidar do sistema óptico do olho, detectando os problemas existentes. Essa modalidade propõe soluções adequedadas e personalizadas para cada pessoa e cada um de […]

Publicado dia 18/03/2017 às 16:10

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Os tratamentos oftalmológicos se modernizaram, focando principalmente na particularidade de cada indivíduo com problemas de visão. Nesse sentido, a cirurgia refrativa é uma especialidade dentro da oftalmologia que tem como objetivo cuidar do sistema óptico do olho, detectando os problemas existentes. Essa modalidade propõe soluções adequedadas e personalizadas para cada pessoa e cada um de seus olhos.

Existem casos em que a cirurgia refrativa é mais benéfica por facilitar o dia a dia. Entre os indicados estão pessoas com aniometropia ou aniseicônia, ou seja, que possuem graus diferentes entre dos dois olhos, o que faz com que as imagens com óculos tenham dimensões diferentes, tornando o uso de óculos incômodo.

Algumas pessoas têm intolerância ao uso da lente de contato e com o advento do laser femtosegundo, caracterizado pela utilização de um pulso ultrarrápido de luz infravermelha, o tratamento refrativo se tornou uma opção mais segura. Atletas, militares, atiradores de elite e profissões em que a utilização de óculos ou lentes atrapalha a execução plena do trabalho também podem ser beneficiados com o procedimento. “Pessoas acima de 40 anos com vista cansada, insuficiência de convergência e que ao ler têm sono, cansaço, dores de cabeça também podem ser beneficiadas com esse método”, garante o oftalmologista Fernando Pacheco (foto).

Para realizar a cirurgia refrativa é preciso ter acima de 18 anos. No entanto, conforme explica o especialista, cada caso deve ser analisado individualmente pelo médico responsável. “Caso o paciente seja menor de idade, os responsáveis legais podem autorizar o procedimento. Mas cada caso deve ser analisado e discutido com o paciente e seus familiares”, corrobora.