Ortopedista e violeiro

Existem várias formas de aliviar as tensões cotidianas. Na vida do ortopedista Aurélio Felipe Arantes, ela dissipa-se pelos dedos. O violão é o companheiro das horas vagas, tempo em que ele aperfeiçoa o seu hobby. O lar é o reduto de sua arte e os familiares e amigos seu público fiel. Sem pretensões artísticas, o […]

Publicado dia 28/03/2017 às 19:00

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Existem várias formas de aliviar as tensões cotidianas. Na vida do ortopedista Aurélio Felipe Arantes, ela dissipa-se pelos dedos. O violão é o companheiro das horas vagas, tempo em que ele aperfeiçoa o seu hobby. O lar é o reduto de sua arte e os familiares e amigos seu público fiel. Sem pretensões artísticas, o médico imerge na música como forma de apreciar o mundo.

O gosto pela boa música vem de berço. “O pouco que sei teve influência direta do meu pai, que também é médico e toca violão melhor do que eu”, conta sorrindo e rendendo homenagens ao ilustre progenitor que o encaminhou pelos caminhos da medicina e da arte.

Duas searas aparentemente tão distantes, a medicina e a música, podem sim caminhar juntas. O gosto pela arte desenvolve a sensibilidade, tão necessária à prática médica. De certa forma, isso influencia Aurélio em sua profissão. “Acho que o contato com a música nos faz pessoas melhores”, reflete.

Entre seus artistas preferidos estão bandas como Beatles, U2 e Paralamas do Sucesso. Mas o ortopedista também é fã Dire Straits e do lendário Elvis Presley. “Admiro o verdadeiro músico”, relata o ortopedista. Por gostar de várias canções, fica difícil escolher uma especial. No entanto, o olhar amoroso, mas crítico em relação a arte, o impede de coadunar com o mau uso da música por vezes realizado pelas gravadoras.