Ortopedista goiana participa do boxe nas olimpíadas

A ortopedista e traumatologista Claudina Ramos Caiado (foto) é médica perita ortopedista da Junta Médica do Tribunal de Justiça e também atleta. Em 2016, durante os jogos olímpicos, se afastou do trabalho formal para laborar como gerente médica voluntária do Boxe. Porém, a história que a levou até esse departamento é cheia de surpresas. A […]

Publicado dia 09/03/2017 às 02:32

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A ortopedista e traumatologista Claudina Ramos Caiado (foto) é médica perita ortopedista da Junta Médica do Tribunal de Justiça e também atleta. Em 2016, durante os jogos olímpicos, se afastou do trabalho formal para laborar como gerente médica voluntária do Boxe. Porém, a história que a levou até esse departamento é cheia de surpresas.

A priori a ortopedista se voluntariou para trabalhar no posto médico de atleta. Entretanto, após participar dos treinamentos específicos da atividade, foi contratada pela Rio 2016 para atuar como gerente médica do tiro esportivo, contudo, dois dias antes do início da competição, ela recebeu um desafio ainda maior, gerenciar o Departamento do Boxe.

A voluntária fez os treinamentos de urgências e emergências cardiológicas e traumáticas no Rio de Janeiro. Além da capacitação online, Claudina teve que ir à Cidade Maravilhosa algumas vezes, meses e semanas antes do início das Olimpíadas.

Trabalhar em um evento tão grandioso e com tamanha diversidade cultural foi muito importante para a profissional. “Apesar do cansaço físico, o retorno foi gratificante. Uma experiência maravilhosa”.

Claudina se dedicou inteiramente ao evento e comoveu-se com o carinho dos atletas e suas comissões técnicas. A médica foi premiada com uma lindíssima medalha do time da Rússia por exímia dedicação. Além do bom trabalho dos demais voluntários, ela afirma que a organização também realizou um ótimo serviço. No Pavilhão seis do Riocentro, na casa do boxe, foram realizados cerca de 140 procedimentos. Além de atletas, espectadores também eram atendidos no local.