Crianças bilíngues têm cérebro mais ágil e criativo

Estudos na área de desenvolvimento humano mostram que existem fases em que o cérebro humano está mais receptivo para determinados tipos de aprendizagem, período conhecido como Janelas de Oportunidade. No caso da linguagem, ela acontece na primeira infância, o que faz valer a pena dar à criança oportunidades de aprender uma segunda língua quando ainda […]

Publicado dia 07/03/2017 às 16:33

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Estudos na área de desenvolvimento humano mostram que existem fases em que o cérebro humano está mais receptivo para determinados tipos de aprendizagem, período conhecido como Janelas de Oportunidade. No caso da linguagem, ela acontece na primeira infância, o que faz valer a pena dar à criança oportunidades de aprender uma segunda língua quando ainda é pequena. Não é impossível aprender outro idioma depois disso, mas quanto mais cedo, melhor.

Estar exposta em um ambiente com uma segunda língua vai estimular o cérebro dessa criança de uma maneira que não consegue estimular o cérebro de um adulto. Dos dois aos cinco anos de idade, tem a condição de desenvolver o cérebro bilíngue, que é aprender a segunda língua com a mesma naturalidade que a língua de sua nacionalidade.

Além dos ganhos sociais e acadêmicos, há também os cognitivos. As crianças bilíngues tendem a transferir os conhecimentos linguísticos de uma língua para outra, o que acaba facilitando o processo de alfabetização. Também costumam ser mais conscientes do “outro”, entendendo mais cedo do que os monolíngues que outras pessoas têm perspectivas diferentes das suas.

Em Goiânia, já existem escolas especializadas neste quesito, como a Maple Bear, que oferece aos pais o compromisso de combinar a excelência do sistema educacional canadense, reconhecida mundialmente, com um currículo centrado no aluno e que enfatiza o aprendizado de forma leve e divertida, para que o estudante no Brasil não apenas alcance sucesso acadêmico, mas também adquira uma paixão duradoura pelo aprendizado.

Nas salas da pré-escola, os pequenos passam a entender ideias novas brincando. Descobrem como se relacionar com o mundo.No próximo nível, os alunos trabalham em grupos para entender um romance ou solucionar um problema científico. Esse envolvimento profundo, que muitas vezes se dá nos centros de aprendizagem, leva os alunos a assumirem mais responsabilidade pelo próprio aprendizado.

A Maple Bear começa o trabalho de alfabetização quando a criança pisa na escola. As práticas canadenses adotam um modelo de alfabetização amplo. Tomando a linguagem oral como base para uma alfabetização bem-sucedida, essa abordagem estimula o entendimento claro do que significa ser um leitor ou escritor pleno.

Os programas de matemática e ciências incentivam a visualização de grandes ideias e suas aplicações. O ensino se baseia na solução de problemas e na investigação. Um programa canadense que foi incorporado ao currículo da instituição e oferece aos alunos a oportunidade de aprender o sentido de conceitos matemáticos complexos sem precisar recorrer à memorização.